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Conheça Dr. Gérsia

Dra. Gérsia Viana é Médica Ginecologista, especialista em Medicina Reprodutiva, apta a realizar tratamentos de reprodução assistida de baixa e alta complexidade. Essa atenção, que começa com o aconselhamento reprodutivo, se estende por todas as etapas do tratamento, inclusive dando suporte até a 12ª semana gestacional.

A médica, que atua na área desde 2000, teve sua formação em medicina reprodutiva na Itália, retornou ao Brasil em 2012 e está sempre em busca de atualização profissional para garantir um tratamento de excelência aos seus pacientes. Conta com laboratório especializado que utiliza técnicas modernas com alta tecnologia e equipe multidisciplinar qualificada.

Conheça um pouco sobre sua formação e atuação:

– Graduada em Medicina pela Escola Bahiana de Medicina e Saúde Pública
– Título de especialista em Ginecologia e Obstetrícia – TEGO nº 223/98
– Formação em Reprodução Assistida pelo Instituto Clinico Humanitas – Milão- Itália
– Doutora em Fisiopatologia da Reprodução pela Universidade de Pisa – Itália
– Professora de Ginecologia da UniFTC
– Membro da European Society of Human Reproduction and Embriology (ESHRE)
– Membro da Sociedade Brasileira de Reprodução Humana (SBRH);
– Membro da Sociedade Brasileira de Reprodução Assistida (SBRA);
– Membro da Sociedade de Obstetrícia e Ginecologia da Bahia (SOGIBA).

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Onde encontrar Dra. Gérsia Viana

CENAFERT

Av. Adhemar de Barros, 67, Ondina, Salvador

Fone: (71) 3245-4009
www.cenafert.com.br

INSEMINA

Avenida Jequitaia, 40, Salas 102 e 103, Edificio Conde dos Arcos, Comércio, Salvador

Fone: (71) 3012-3010 / 3032-6103
www.clinicainsemina.com.br

Conheça nossos tratamentos

Esta é uma consulta médica especializada para quem deseja preparar, com antecedência, um projeto de gravidez ou preservar a fertilidade para o futuro. O aconselhamento reprodutivo pode ser requisitado por homens, mulheres ou por casais (homoafetivos ou heterossexuais).  

Dessa forma, o aconselhamento reprodutivo está indicado para todos aqueles que desejam programar uma gravidez, principalmente nas seguintes situações:

  • Infertilidade;
  • Tratamentos para casais homoafetivos;
  • Produção independente; 
  • Mulheres acima de 40 anos;
  • Mulheres que desejam congelar óvulos para uma gravidez futura;
  • Homens que desejam fazer o congelamento do sêmen. 

 

Durante a consulta, será possível:

  • Identificar doenças pré-existentes que possam dificultar uma gravidez futura;
  • Avaliar o histórico familiar de doenças que possam interferir na fertilidade;
  • Avaliar condições atuais de saúde, com atenção especial ao peso corpóreo;
  • Solicitar exames sorológicos;
  • Para a mulher: realizar exame ginecológico, avaliar reserva ovariana, solicitar exames de imagem e preventivo ginecológico, orientar uso de ácido fólico;
  • Para o homem: solicitar espermograma e, quando necessário, exames de imagem e hormonais.

 

Dúvidas frequentes:

  • Em que momento devo buscar um aconselhamento reprodutivo?

A partir do momento que desejar programar uma gestação, especialmente quando houver diagnóstico de infertilidade. É durante essa consulta que o especialista pode conhecer melhor o paciente, iniciar a investigação das causas de infertilidade e indicar qual o melhor tratamento reprodutivo.

  • Quais os tratamentos que podem ser indicados durante esse aconselhamento? 

Após avaliação individualizada, o profissional indicará ou não a necessidade de tratamento reprodutivo que pode ser de baixa complexidade (coito programado e inseminação intrauterina) ou de alta complexidade (fertilização in vitro, estudo genético embrionário pré-implantacional, congelamento de óvulos ou embriões). 

  • Apenas a mulher deve buscar o aconselhamento reprodutivo?

Não. Durante todas as etapas de investigação e tratamento dos casos de infertilidade, o ideal é que o casal, heterossexual ou homoafetivo, compareça junto à consulta.  

Aborto de repetição é caracterizado por duas ou mais perdas gestacionais naturais e consecutivas antes da 22° semana de gestação. 

A causa não é identificável na maioria dos casos, mas uma investigação cuidadosa é importante para avaliar a presença de condições clínicas que possam interferir negativamente na evolução da gravidez. A partir dessa investigação, pode-se sugerir tratamentos que ajudem a reduzir as chances de um novo aborto. 

 

Em relação às causas do abortamento de repetição podemos citar:

  • Idiopática: quando não é possível identificar uma causa.
  • Genética: sempre que possível, é importante realizar o estudo genético do material de aborto, para que se possa identificar anomalias genéticas no embrião, que é a causa mais comum de abortos, principalmente em mulheres com idade superior a 40 anos.
  • Trombofilias: alterações na coagulação e fibrinólise podem levar a um estado de hipercoagulabilidade plasmática com comprometimento da vascularização uterina, provocando abortos. 
  • Doenças autoimunes: algumas doenças como lúpus eritematoso sistêmico, tireoidite autoimune e Síndrome antifosfolipíde podem influenciar diversos mecanismos da reprodução, podendo provocar abortos de repetição.  
  • Alteração anatômica: algumas malformações do útero podem também contribuir para casos de aborto, devido ao ambiente uterino desfavorável à evolução normal da gravidez.
  • Uterina: miomas submucosos, ou seja, aqueles posicionados dentro da cavidade uterina, endometrites, que é a inflamação do endométrio e pólipos endometriais também podem ser responsáveis por abortos.
  • Endócrina: as principais alterações endócrinas que contribuem para o aborto são: alterações na tireoide, obesidade e diabetes mal controlado.
  • Ambientais: a exposição a determinados agentes danosos ao feto também pode levar a abortos, tais como: radioterapia, quimioterapia, consumo de drogas, consumo excessivo de álcool, tabagismo, exposição ao mercúrio, entre outros.

 

Exames que podem ajudar no diagnóstico:

  • Estudo genético do material de aborto; 
  • Pesquisa de trombofilias;
  • Avaliação hormonal;
  • Exames de imagem;
  • Cariótipo materno e paterno.

 

Perguntas frequentes:

  • Após os abortos constantes, posso ter um bebê saudável?

Quando é possível identificar a causa, um tratamento específico pode ser estabelecido para reduzir as chances de novo aborto. Mas, mesmo quando não foi possível determinar a causa, uma gravidez normal com nascimento de bebês saudáveis pode ocorrer, independente de tratamento reprodutivo. 

  • Como saber qual o melhor tratamento para o meu caso?

É importante ter uma relação de confiança com o médico especialista, entender as causas do aborto de repetição e realizar investigação diagnóstica. A partir daí, o médico poderá indicar o melhor tratamento para o seu caso. 

  • Como é feita a investigação pelo especialista?

O primeiro passo acontece já na consulta, com uma entrevista detalhada do casal. Nesta etapa, é possível identificar os hábitos de vida e outras condições que podem afetar a evolução normal de uma gestação. Em seguida, o especialista solicita a realização de exames complementares. 

  • Quais são os sintomas da perda gestacional?

O principal sintoma é o sangramento vaginal, muitas vezes associado a dor pélvica tipo cólica e eliminação de coágulos. Perda de sensibilidade das mamas, também é comum. Em outras situações, o aborto acontece de forma silenciosa e a paciente só tem o diagnóstico quando realiza exame ultrassonográfico.

Em condições normais, um casal fértil tem aproximadamente 20% de chances de conceber por mês. Por isso, é recomendado esperar pelo menos um ano antes de buscar auxílio de um profissional especializado.

O especialista em medicina reprodutiva é o médico responsável pela avaliação diagnóstica do casal, para que seja estabelecido o tratamento reprodutivo mais indicado para cada situação. 

 

Diagnóstico de infertilidade feminina

Dentre as principais causas de infertilidade feminina, podemos citar: distúrbios ovulatórios, obstrução das trompas, endometriose, malformações do útero, miomas submucosos, pólipos endometriais, endometrites, doenças genéticas e autoimunes. A idade da mulher e função hormonal ovariana também são fatores que impactam diretamente na fertilidade feminina. 

A partir dos 35 anos, existe uma redução gradativa na qualidade dos óvulos que se intensifica após os 40 anos. Da mesma forma, a quantidade de folículos, também reduz com a idade, com uma menor quantidade de óvulos disponíveis.  Durante a investigação, com base na suspeita diagnóstica, alguns exames serão solicitados, tais como:

  • Dosagens hormonais;
  • Ultrassonografia transvaginal;
  • Histerossalpingografia;
  • Hormônio Anti-Mülleriano;
  • Ressonância magnética de pelve;
  • Biópsia do endométrio;
  • Histeroscopia.

 

Diagnóstico de infertilidade masculina

Dentre as principais causas de infertilidade masculina, podemos citar a varicocele e alterações hormonais e genéticas. Uma investigação detalhada deve ser feita pelo especialista, mas, na maioria dos casos, a causa não é identificada. Os exames normalmente realizados pelo homem durante essa etapa de investigação são:

  • Espermograma;
  • Dosagens hormonais;
  • Exames genéticos;
  • Teste de fragmentação do DNA espermático;
  • Ultrassonografia de bolsa escrotal.

 

Dúvidas frequentes:

  • A investigação de infertilidade é apenas para mulheres?

Não. As causas de infertilidade podem estar ligadas ao homem em até 40% dos casos, dessa forma, a investigação deve ser realizada pelo casal, e não apenas pela mulher. 

  • Devo sempre esperar um ano antes de buscar a ajuda do especialista?

Depende. O diagnóstico de infertilidade é retrospectivo, portanto, é necessário exposição ao risco de gravidez antes de caracterizar um quadro de infertilidade. Um ano, na maioria das vezes, é o tempo médio indicado, porém, quando a mulher tem idade acima de 35 anos, ou é sabidamente portadora de doenças que comprometem a fertilidade, como endometriose ou alterações do ciclo menstrual, esse tempo pode ser reduzido. Do mesmo modo, pacientes com passado de gravidez ectópica ou doença inflamatória pélvica também devem antecipar o tempo para buscar ajuda. Pessoas que foram submetidas a laqueadura tubária ou vasectomia também devem recorrer ao especialista. 

  • A infertilidade é um problema raro?

Pelo contrário, esse é um problema que atinge cerca de 15% dos casais em idade fértil. 

Esse é um tratamento simples, de baixa complexidade, indicado principalmente para casos de distúrbios ovulatórios, como ocorre na Síndrome de Ovários Policísticos. Em alguns casos, casais jovens com infertilidade sem causa aparente, também podem se beneficiar do método. 

O tratamento geralmente é realizado com indutores da ovulação, que são medicações administradas por via oral. Em algumas situações, medicações hormonais injetáveis também podem ser indicadas. 

O especialista acompanha o crescimento do(s) folículo(s) e, quando a medida está adequada, pode-se prescrever uma outra medicação para promover a ruptura do folículo ou pode-se aguardar a ruptura espontânea. O casal é então orientado em relação ao melhor momento para a prática do ato sexual. 

 

A taxa de sucesso desse método de fertilização depende de:

  • Idade da mulher;
  • Condições hormonais e de saúde do casal;
  • Qualidade do sêmen;
  • Causa da infertilidade.

 

Dúvidas frequentes:

  • Qual a duração do tratamento?

O tratamento tem uma duração média de 2 semanas. Após esse período, deve-se aguardar cerca de 16 dias para realizar o teste de gravidez.

  • Pode haver o estímulo de mais de um folículo? O que fazer nesses casos?

Quando há mais de 3 folículos em crescimento, é necessário cancelar o ciclo para que não haja risco de gravidez múltipla. 

  • Se o coito programado não der certo, eu posso fazer outro em seguida?

Pode sim, porém o casal pode optar por uma outra técnica que ofereça maiores chances de sucesso, como a Inseminação intrauterina. 

É uma técnica de baixa a média complexidade, que inicia com administração de gonadotrofinas, que são hormônios injetáveis, para estimular o desenvolvimento de folículos nos ovários. A paciente é então monitorada com ultrassonografia seriada e, quando os folículos atingem a medida desejada, é administrada uma última injeção para promover a ocorrência da ovulação. Após aproximadamente 36 horas, é realizado preparo do sêmen no laboratório, de modo a selecionar os melhores espermatozoides. A inseminação intrauterina consiste na injeção desse sêmen tratado dentro do útero da mulher no momento da ovulação. 

Para que haja sucesso, os espermatozoides devem percorrer as trompas, fecundar o óvulo e, após 5 dias, o embrião deve implantar no útero. 

 

Quando é indicado:

  • Mulheres jovens e inférteis, com trompas permeáveis e saudáveis;
  • Casos de infertilidade sem uma causa definida;
  • Casos de endometriose mínima ou leve;
  • Alterações no colo do útero;
  • Casos leves de alterações do fator masculino. 

 

Dúvidas frequentes:

  • Quais são as taxas de sucesso?

Quando bem indicada, as taxas de sucesso variam de 15 a 25% em pacientes com até 35 anos. 

  • O que pode influenciar na taxa de sucesso da inseminação intrauterina?

Fatores como idade da mulher, qualidade do sêmen e funcionalidade das trompas são decisivos para aumentar as chances de sucesso do procedimento. 

  • Existem efeitos adversos para esse tipo de tratamento?

Durante o uso das gonadotrofinas, é comum pacientes relatarem sensação de peso na pelve, cefaleia e mastalgia, mas, de um modo geral, são medicações bem toleradas. A injeção do sêmen dentro do útero é um procedimento rápido e indolor.

Essa é uma técnica de alta complexidade onde o encontro dos gametas ocorre no laboratório, ou seja, fora do corpo da mulher e os embriões obtidos são posteriormente transferidos para dentro do útero. 

 

O procedimento acontece em 5 etapas:

  • Estimulação ovariana controlada com uso de gonadotrofinas, que são hormônios injetáveis. O objetivo é promover o crescimento de vários folículos simultaneamente, para que seja possível a obtenção de um bom número de óvulos. Durante essa fase, exames ultrassonográficos frequentes são necessários para monitorar o crescimento dos folículos.
  • Aspiração dos folículos, através de agulha que é acoplada à sonda de ultrassom transvaginal, para recuperação de óvulos. O procedimento é realizado sob sedação. Apenas os óvulos maduros poderão ser utilizados.
  • Coleta do sêmen pelo paciente, através de masturbação, para recuperação dos espermatozoides. Quando existe ausência de espermatozoides no material ejaculado, é necessário um pequeno procedimento cirúrgico para recuperação dos gametas diretamente do epidídimo ou testículo. 
  • Utilização de lentes de engrandecimento para seleção de espermatozoides, com base na morfologia e motilidade. Cada espermatozoide é então injetado dentro de cada óvulo, pela técnica denominada ICSI (intracytoplasmic sperm injection).   Após 24 horas do procedimento, é possível avaliar a taxa de fertilização;
  • A evolução dos embriões é acompanhada até o 5º dia de desenvolvimento, e, nesta fase, são chamados blastocistos. Os embriões formados são então transferidos para dentro do útero da paciente, respeitando o número máximo permitido, com base na idade da mulher: até 35 anos, podem ser transferidos até 2 embriões; entre 36 e 39 anos, máximo de 3 embriões e após os 40 anos, até 4 embriões. 

A transferência embrionária intrauterina poderá ocorrer posteriormente, caso o casal deseje realizar estudo genético pré-implantacional. Essa etapa também poderá ser adiada caso a resposta ovariana tenha sido excessiva ou se o endométrio não tiver apresentado um desenvolvimento adequado. Nessas situações, os embriões são congelados para serem transferidos no momento oportuno.

 

Indicações:

  • Obstrução das trompas;
  • Espermograma muito alterado;
  • Endometriose moderada a grave;
  • Mulheres com idade reprodutiva avançada;
  • Mulheres com baixa reserva ovariana;
  • Falha nos tratamentos de baixa complexidade;
  • Abortamento de repetição;
  • Necessidade de realização de estudo genético pré-implantacional. 

 

Situações em que o tratamento deve ser suspenso:

  • Ausência de resposta ovariana ao estímulo hormonal;
  • Resposta excessiva ao estímulo hormonal, com risco de hiperestimulação ovariana em mulheres que não concordam com o congelamento embrionário. 

 

Dúvidas frequentes:

  • Qual a taxa de sucesso do procedimento?

A taxa de sucesso depende principalmente da idade e reserva ovariana da mulher. A qualidade dos espermatozoides também é um fator decisivo para a qualidade dos embriões. 

Casais com bom prognóstico reprodutivo, ou seja, mulheres com idade até 35 anos e boa reserva ovariana e homens com espermograma pouco alterado, geralmente têm uma chance de sucesso em torno de 50%. 

  • Existe alguma restrição durante o tratamento?

Durante o tratamento é recomendável redução das atividades físicas e prática de atividade sexual somente com uso de preservativos. Quando houver necessidade de uso de medicações, como analgésicos e antibióticos, o médico deverá ser consultado.  

 

  1. Como é feita a aspiração dos óvulos?

O acesso aos ovários é feito por via vaginal, com introdução de agulha acoplada à sonda de ultrassom. Como o procedimento é realizado sob sedação, a paciente não sente dor.

Essa é uma técnica de reprodução assistida que visa preservar a fertilidade da mulher para o futuro. Consiste no congelamento dos gametas femininos, antes que eles sejam fecundados pelos espermatozoides, portanto não necessita da participação de um parceiro sexual

O congelamento de óvulos é um procedimento seguro, regulamentado pelo Conselho Federal de Medicina, que possibilita à mulher adiar a gravidez para o momento oportuno.

É uma técnica muito buscada por pacientes em idade reprodutiva que necessitam realizar tratamentos oncológicos, tendo em vista o impacto negativo dos agentes quimioterápicos sobre os ovários.

 

Etapas do procedimento:

  • O procedimento para obtenção dos óvulos inicia com estímulo hormonal ovariano, que visa recrutar um número maior de folículos. Durante essa etapa são realizados exames ultrassonográficos para monitorar o crescimento folicular;
  • Após cerca de 12 a 14 dias, é administrada uma última medicação para promover a maturação dos óvulos. Então, é programada a aspiração dos folículos por via vaginal, guiada por ultrassom, no centro cirúrgico e com sedação;
  • Os óvulos obtidos são conservados em nitrogênio líquido a baixas temperaturas, podendo permanecer congelados por tempo indeterminado

 

Indicações para o congelamento de óvulos:

  • Pacientes oncológicas;
  • Pacientes que desejam protelar a gravidez por motivos pessoais;
  • Óvulos excedentes da FIV;
  • Baixa reserva ovariana, com risco de falência ovariana precoce;
  • Endometriose com risco de perda da função ovariana.

 

Dúvidas frequentes:

  • Quais as chances de uma mulher engravidar com óvulos congelados?

As taxas de sucesso estão ligadas à idade da mulher no momento do congelamento, ou seja, quanto mais jovem, melhores são os resultados. Outro fator é a quantidade de óvulos obtidos, pois quanto maior o número, maior a probabilidade de êxito, e a qualidade do sêmen do parceiro no momento da fecundação, que será decisiva para obtenção de embriões saudáveis. 

Pacientes que congelaram mais de 10 óvulos antes dos 35 anos, na ausência de fator masculino grave, têm chances de sucesso em torno de 50%. 

  • Existe um limite de tempo que o óvulo pode ficar congelado?

Não. Os óvulos possuem boa durabilidade quando congelados porque a qualidade do seu material é preservada. 

  • Quantos dias são necessários para congelar os óvulos?

Isso depende do tempo de desenvolvimento dos folículos durante a fase de estímulo hormonal, mas, em média, o processo é concluído em torno de 2 semanas.

  • Qual a melhor idade para realizar o congelamento dos óvulos?

Tendo em vista o declínio natural da fertilidade que ocorre devido a modificações na qualidade genética dos óvulos, é importante que o congelamento seja realizado em idade potencialmente fértil, sendo aconselhável antes dos 35 anos.

O Diagnóstico Genético Pré-Implantacional (PGT e PGD) é um procedimento empregado em reprodução assistida com objetivo de avaliar a normalidade genética dos embriões com relação às doenças hereditárias e não hereditárias que possam comprometer a saúde do futuro bebê. 

O estudo, realizado entre o 5º e 6º dia de desenvolvimento embrionário, permite identificar embriões cromossomicamente normais ou com ausência de doenças genéticas, o que aumenta as chances de gerar bebês saudáveis. 

 

Quando é indicada:

  • Casais com histórico familiar de doenças genéticas ou cromossômicas;
  • Alteração no cariótipo de um dos genitores;
  • Casais que tiveram crianças com alguma alteração cromossômica;
  • Idade materna avançada, principalmente após os 40 anos;
  • Falhas de implantação após tratamento de Fertilização in vitro;
  • Alguns casos de abortamento de repetição.

 

Perguntas frequentes:

  • Como o teste genético é realizado?

A técnica para obtenção de material genético embrionário pode ser realizada através de biópsia, quando algumas células do embrião são retiradas para estudo ou, mais recentemente, com o aprimoramento da metodologia, é possível obter material genético de forma não invasiva, através do meio de cultura de desenvolvimento do embrião. Ambas as técnicas são seguras e permitem um diagnóstico da saúde genética do embrião. 

  • Há riscos para o embrião?

Não há nenhum risco para o embrião e nem para a mulher, uma vez que o exame é realizado antes da implantação do embrião no útero materno.